Hei, você, a hora é agora! Não a deixe passar. A decisão é somente sua. Imagino que uma voz esteja lhe dizendo: não perdoe, não avance, isso não é para você, você não vai conseguir. Imagino que essa voz lhe atormenta, ainda que você não creia na sua existência, ela não sai do seu pensamento. É uma companhia inseparável que manipula pelo medo, tem habilidades passivas e cria realidades inexistentes.
Assim são os espíritos malignos que não nos deixam receber o fluir da liberdade, aquela que vem de dentro da nossa consciência através da nossa intuição e comunhão com o único ser poderoso, o nosso Criador.
Você sabia que todas as lembranças que guardamos em nossas memórias, que se sobrepõem acima das circunstâncias naturais, são muitas vezes dirigidas por fortes enganos emocionais? Verdadeiros alucinógenos que “parecem” confiáveis. Mais do que isso, são fáceis de se confiar, pois não nos exigem a fé em um amor maior e exigente. Na verdade, é bom para nossa mente a falsa sensação de estar no comando.
Convivemos com enganos, pois nos falta perceber que, na mesma medida em que julgamos, também seremos julgados.
Será que as experiências vividas ainda não foram suficientemente dolorosas ao ponto de desistirmos de medir forças? Será que não foram bastante fortes para nos fazer confessar, humilhar-nos pedindo iluminação para o único que tem luz, o nosso Deus?
Em época alguma da história se falou tanto em liberdade e libertação como nos últimos anos, mas como isso poderá se tornar realidade em mim? Na bíblia diz: "há Um caminho, Uma verdade, Uma vida. Clama a Mim e eu te responderei, anunciar-te-ei coisas grandes e ocultas que não conheces”.
O psicólogo Richard Ofshe, especializado em memória, diz que ”boa parte das lembranças são falsas". Jamais aconteceram. Não passam de mentiras. Imagine acordar certo dia e descobrir que as suas lembranças não passam de imaginação. Isso porque a memória não é um registro da realidade, mas sim uma interpretação construída pela mente.
O nosso cérebro inventa o mundo, desde as cores que a gente vê às experiências que a gente vive. E edita essas informações antes de gravá-las. Como se dar conta de que lembrar é imaginar, e imaginar é distorcer?
Todos nós temos lembranças falsas ou distorcidas. Tente se lembrar de algum evento que lhe aconteceu no ano passado e responda: quem estava lá? Quais os nomes das pessoas? Que roupas vestiam? Como estava o clima no dia? Depois, faça essas mesmas perguntas a outra pessoa que viveu o mesmo evento. As respostas dificilmente vão coincidir. Vocês podem até se lembrar do principal, mas todo o resto será distorcido - com direito a várias informações "forjadas" pelo cérebro.
Já que a memória e a imaginação usam os mesmos mecanismos, a mente não vê problema em dar uma inventadinha para completar as lacunas. Se a ciência comprova essa anomalia comportamental, quem somos nós para duvidar do que está escrito nas escrituras, que nos mostram a cada dia um fenômeno espiritual incrível. A verdade está muito além da nossa consciência. Afinal, não enxergamos o vento, mas ele existe. Podemos perceber a ação dele, não tocá-lo. Mas lá está ele, varrendo as folhas caídas.
Fica a lição de vida: o passado é para refletir e não para repetir!
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